IV Natal Solidário

Realizado à alguns anos por Igor Sotero, o IV Natal Solidário contou com a colaboração da Landslide em doar 40 camisetas para os voluntarios da campanha, que consiste em ajudar familias Carentes.

E é com esse espírito que desejamos a todos os Clientes, parceiros e amigos um Feliz Natal!

Mandabala Girls vestindo Landslide na Chauás Guaraú

Relato Maryta Cerávolo

Fotos Wladimir Togumi / Adventuremag

Chegada em Peruíbe às 20:00 do dia 11/12. Estava comemorando um aninho de casada e o que me esperava? Checagem de equipamentos, entrega do projeto social, um mapa e alguns Pc’s a serem plotados! Como a fome era grande, Fernando, Yan (parceiro do Fe na prova) e eu, jantamos ali mesmo, na Toca do Lula. Ótimo, não preciso de mais nada para comemorar meu aniversário de casamento.

Mapa plotado, barriga cheia e cadê a Lilian? Lilica estava em Mongaguá ainda! Resolvi ir para o Hotel que ficava à 400m da largada (pelo menos era o que dizia o site da Chauás).

Às 22:30 TODOS deitados e eu brigando com o contact. Depois de um stress básico do Fernando comigo pré prova, pois ele querendo dormir e eu não apagava a luz e, além disso, fazia barulho com o papel contact. Ufa, consegui terminar tudo isso em menos de 30 min. Pronto! Mapa no porta mapa, camel back cheio e mochila pronta!! Apaguei a luz “rapidinho” e fui deitar. Olhei no relógio e eram 23:05. Já ouvia o Yan roncar quando de repente o meu celular toca às 23:16 e vem uma voz nervosa do meu lado: “Não acredito! O que foi dessa vez? Você não desligou o *&^%$#@ do telefone??” Bom, atendi rapidamente e era a Li querendo saber onde eu estava. Desculpa Li, mas o Hotel não ficava na rua da Toca do Lula e muito menos à 400 m da largada mesmo! De volta ao quarto, deixei a sacola do uniforme que havia recebido da Lilian e fui dormir, ou melhor, tentar dormir! Impossível pegar no sono depois de 8 meses esperando por essa prova! Um quarteto feminino formado desde Abril deste ano e a menos de uma semana pra prova recebo um e-mail da Taiana dizendo que não poderia participar pois sua avó seria operada!! Que bom Tá, soube que sua avó está bem e que a cirurgia foi um sucesso!

O grande dia chegou e o despertador nem precisou tocar! Comecei os preparativos enquanto os meninos tomavam banho e se arrumavam. Fui tentar tomar o café da manhã, mas quase nada descia!! Nossa quanta ansiedade e expectativa para a largada!

Check-out do Hotel às 8:50 e rumo ao Ginásio/Pórtico! Chegando lá, logo encontro com a minha parceirona!

Bike pronta, caixa no meio do Ginásio e os últimos detalhes da nossa estratégia que poderia fazer a diferença no decorrer da prova! Estratégia essa que TODOS tiveram, mas somente alguns executaram! Sorte daqueles que NÃO o fizeram!

briefing1

10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1…. fon fon fon fon fon fon

Largada alucinante rumo ao PC1!

A primeira estratégia foi largar sem as mochilas, somente com os obrigatórios! Perceba na foto abaixo a minha cara de: “quero pódiooooooo”… hahahahah igualzinho à cara da Lilian: “passeando no bosque”!!

bike2

Chegada ao PC1 e uma fila quilométrica! Achei aquilo um absurdo e fui direto para o começo da fila gritando: “Sou mulher e mulher tem preferência”!! Não deu outra, assinei e fui em disparada para o PC2. Logo que sai do PC1, encontro com o Marco (marido da Li) do outro lado do rio xingando os atletas, provavelmente a mim também dizendo: “Tô puto! Fico na fila como otário e as pessoas passam na frente com a maior cara de pau!” Acho que ele falava de mim! Assim que a Li atravessou o rio, saímos em disparada para não nos distanciarmos do pelotão e a Li fala: “Má, você sabe pra onde você tá indo?” e eu: “Não Li, só sei que tô seguindo o Marco”. É claro que ele sumiu segundos depois desse meu comentário.

Chegada ao PC2 (Ginásio/Caixa): bebo um gatorade e saio correndo com a minha parceira até ela perguntar sobre o meu colete o qual eu havia deixado na caixa. Bom, como a Lilian é mais forte, lá vai ela de volta ao Ginásio buscar o meu colete e eu continuo correndo em direção ao mangue (PC3). Logo volta ela sem os coletes (meu e dela), dizendo que não era necessário levá-los ainda! Ufa, ainda bem!

Encontrar o PC3, PC3A e PC4 não foi difícil, somente trabalhoso!

Olha a delicadeza da Lilica:

Lilian3

A minha então, nem se fala:

Mary4

Nessa hora estávamos com várias equipes juntas tentando achar a trilha certa pro PC4 até que a Lilian teve uma sacada genial e tirou a gente dessa roubada! Somente o Euder (Adv. Aventureiro) sacou que a Li estava certa e colou na gente…

Assim que chegamos no PC4, nossas bússolas simplesmente PIRARAM e não indicavam o lugar a ser seguido! Sinceramente, até agora não sei o que aconteceu! Nossa segunda estratégia da prova seria sair do PC4 e ir em direção ao PC16 (virtual). Como não tínhamos uma base pra onde seguir, rodamos, rodamos, rodamos e rodamos até chegarmos ao Guaraú, resumindo, PC5 (Ginásio/Caixa). Depois de ter perdido algumas posições por conta dessa estratégia furada que o FRAN soltou em alto e bom som que o virtual estaria lá e não estava, tomamos mais um pouco de gatorade e coca e seguimos para o PC6, já com os coletes e as bikes.

O PC6 ficava numa prainha! E que praia! Um visual maravilhoso que se escondia atrás das pedras por onde passávamos! Fizemos a costeira por mais ou menos 30/40min.

Do PC7, PC8 e PC8A não teve nada demais, somente subidas por trilhas e asfaltos. Nesse momento senti meu corpo cansado e comentei com a Lilian que estava me sentindo fraca e logo ela fala: “Relaxa Má, assim que chegarmos no PC9 te dou um BCAA e uma cápsula de sal, ok?”

De volta ao PC9 (antigo PC6), tomei as “bombas”, pegamos as bikes e começamos a enfrentar as subidas rumo ao Guaraú quando comecei a sentir minha bike pesada e pensei: “Nossa, devo estar muitoooooo fraca, pois sinto minha bike pesada!!” Que nada! Era o meu pneu que estava completamente no chão! E para TUDO pra trocar a câmara! Bisturi, tesoura, luvas, máscara… hahahha realmente foi um parto mas deu tudo certo. Valeu parceira! Assim que o mais difícil foi feito, chegou a parte mais fácil (encher o pneu), certo? ERRADO!!!! Minha bomba não estava enchendo nada, somente o meu saco pois fazia força e nada de encher aquela câmara! Fiquei despreocupada pois na minha pura e fértil imaginação, haveria um posto de gasolina em Guaraú! A Lilian disse que não, não havia um posto lá e eu continuei afirmando que sim que havia e até falei onde ficava: “Li, o posto fica de esquina, logo que chegamos em Guaraú viraremos à direita!” Subimos todo o morro empurrando as bikes, pois parceira é parceira até nessas horas! Foi uma delícia, pois as “Luluzinhas” fofocaram mtoooo… colocamos nossas conversas em dia! Depois de alguns minutos…..Ebaaaaaa.. topo do morro!! Descida à vista! Sentei na bike e lá fui eu com o pneu murcho, praticamente no chão a 10km/h numa descida que dava pra pegar 40km/h fácil!

Chegando a Guaraú, antes de virar pra direita em direção ao posto de gasolina, parei pra confirmar com um morador onde poderia encontrar o posto mais próximo e o nativo comentou: “Posto de gasolina? Não tem posto de gasolina aqui! Vc tem que fazer meia volta, subir novamente o morro e ir pra Peruíbe”! Era tudo o que eu NÃO precisava ouvir!! Lógico que a Lilian riu muito!!!

Antes de seguir para o PC10, passamos no Ginásio/Caixa e encontramos a Elaine e o Christian, que comenta todo orgulhoso a primeira colocação, mas confessa que a Elaine quase quebrou ele na prova!

Voltando à nossa prova, fui atrás de uma bomba pra encher o pneu até que a Elaine vem com uma e começa a encher o pneu da minha bike enquanto o Chris segura a bike.. hahahha era só o que me faltava! Deu 1 min, a Elaine: “Chris, da pra largar a bike e encher o pneu pra meninas!? Elas estão na prova! Enche enquanto elas descansam!!

Valeu Lã pela ajuda!

Passando esse perrengue de empurra bike e o susto de achar ou não uma bomba pra encher o pneu da minha bike, fomos pro PC10 e não é que aquela fraqueza que eu estava sentindo no PC8 havia SUMIDO!?

Fomos fortes pro PC10 e chegando lá, deixamos as bikes, a minha mochila e fomos pro canyoning! MARAVILHOSO!!! Uma cachoeira mais magnífica que a outra! Água gelada e cristalina! No caminho encontrei um atleta (até então solo), equipe 28. não sei quem era só sei que parecia perdido e perguntei: “Ta tudo bem? Ta precisando de algo?” E ele, meio sem graça comentou: “É que eu perdi o meu parceiro!” Meu DEUS!!! Como alguém consegue perder o seu parceiro de prova! No final do canyoning a dupla se reencontrou!! Eba, final feliz para eles! Lá no topo estava o Pio, assinamos o PC11 e seguimos para o PC12 numa trilhazinha deliciosa que tinha até corrimão na escada de terra… hahhahah foi um passeio bem turístico até o PC12.

Na chegada ao PC12, a Li comprou uma tônica (deu pra perceber que a trilha foi realmente turística com parada no bar e tudo mais) e seguimos de volta para o PC13 (antigo PC10).

Fomos de bike até o PC14 e depois seguimos de canoa canadense!! Que experiência NOTA 10!!

mapa5

No começo, era apenas um “filete” de rio, muitos troncos, galhos e uma voz que não parava de gritar: “Direita Má.. não… mais pra esquerda agora, isso… assim ta bom! Nãoooo… vai mais pra esquerda agora… assim.. não, não.. endireita a canoa… ABAIXAAAAAAAAAAAAAA!!!!! E assim foi durante os 11 km!!

A chegada ao PC15 foi triunfal com direito a uma tempestade com raios e ventanias!! Agora eu entendo pq choveu! Choveu pq eu não enjoei!! Hahahahaha

Do PC15 até o PC16 (trekking) foi PAULEIRA… contagem de ruas até encontrarmos o Euder (Advogado Aventureiro) que estava aniversariando naquele dia!! Parabéns parceiro!

Nós não fazíamos mais nada além de olhar pro mapa e nadar na lama. Era um passo e ploft.. a lama vinha até o peito.

navegacao6

Depois de muitooooooo tempo andando/nadando, encontramos o PC16 (virtual) e seguimos para o PC17 em um delicioso papo, embaixo de chuva, seguido de um parabéns a você, acompanhado com uma fatia de bem-casado! Hahhaha

No PC17, pegamos as bikes e FUGAAAAAAAAAAAAAAAAAAA pra chegada!!

Nunca me senti tão forte e vitoriosa!!!

Depois de muito perrengue, pneu furado, mangue e lama até o peito… FIM DA LINHA, Pórtico à vista e uma deliciosa chegada ao som de “Nando Seixas” (calma… eu sei o que estou falando) e gritos ao fundo de outros atletas que estavam jantando na Toca do Lula!

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Nossa comemoração foi em uma pizzada do outro lado da ponte com nossos amigos e respectivos maridos com direito a fatias de pizza na calçada!

Obrigada Li, parceira e amiga!!

Bjs.

Marytinha.

Equipes desfilam com seus uniformes Landslide em uma das mais importantes provas do Brasil

 Equipe Lotus
No mês de junho desse ano foi realizado uma das mais importantes corridas de aventura do Brasil, a Brasil Wild Extreme, e como de costume a Landslide não poderia ficar de fora desse evento. As equipes Pé de Cobra, Elite Usbão, Quasar Lontra Máster, Lótus e Competition Aroeira colocaram à prova seus uniformes nas altas temperaturas do Jalapão no estado do Tocantins, passando por dunas, rios, matas fechadas em longos trechos de caminhada, bike e técnicas de verticais com um percurso de 460km e uma duração Elitede 5 dias.

“Os uniformes atenderam plenamente nossas necessidades” “sucesso absoluto de crítica” conta Osmar Bambini atleta da equipe Lótus Adventure Race.

 Parabéns e muito obrigado a essas equipes que confiaram, como sempre, na LANDSLIDE em um momento em que jamais poderia falhar, fazendo da marca sua leal parceira nos momentos mais difíceis em suas práticas esportivas.

 

Go men Go women

A Landslide, mais uma vez, presente nas competições de corrida de aventura.

 

ArnaldoDessa vez na primeira etapa do campeonato Solo Potiguar, que foi realizada no dia 21 de março de 2009, na cidade de Natal – RN, com a participação do atleta ARNALDO MACIEL capitão da equipe Olhando Aventura.

  

Acompanhe trecho de seu relato.

“Um sol para cada um. Essa era a frase que os potiguares falavam para mim, aqui em Natal temos um sol para cada um, prepare-se. Como vivo em Salvador, uma cidade relativamente quente, achei que este fator não iria me prejudicar tanto, engano, puro engano. No hotel experimentei a 1ª vez a sensação de ser “solo”, tive que arrumar a bike, os equipamentos, a mochila com comida, água, etc., e tomar a primeira decisão: Vou pedalar de sapatilha, pode ser até banal a decisão para alguns, mas eu nunca fiz uma prova “clipado” numa bike, e como sabia que teria muita areia e single trek, seja o que deus quiser.solo35

No sábado, indo para a largada com o uniforme Landslide mais bonito da Bahia, que agora também fornece para a Olhando Aventura e depois de deixar a bike com a organização, fui apresentado ao que já citei anteriormente, “o sol de Natal” e ai comecei a ver o quanto me fez falta o briefing, quase todos os participante deixaram nas bikes tudo que iam precisar na prova, colete, capacete, mochilas, estavam largando lisos e eu levando tudo, além disso carregando o meu sol.”

 

Com as modalidades trekking, canoagem, bike e orientação a Solo Potiguar teve um percurso de 45km, nas categorias solo e dupla, de baixo de um sol escaldante, Arnaldo Maciel realizou sua primeira prova solo, sentindo a falta dos companheiros de equipe, tendo que se virar, sofreu com alguns erros de estratégia e navegação, com um terreno arenoso, subidas e decidas desgastantes cruza a linha de chegada com o incentivo da esposa Lourena e amigos.

 

“Valeu muito a prova, super técnica, bem organizada e dura, agradeço aos meus apoiadores, Deuter, New World, Landslide, Vidativa, Princenton Tec e Sea to Summit que me faz um atleta muito bem equipado. Deixei meu sol lá, mas com a promessa de voltar para disputar outras etapas do circuito de provas Solo, afinal a primeira vez ninguém esquece.”

mais informações:

www.olhandoaventura.com.br

www.adventuremag.com.br Chagada

Atletas que vestem Landslide

A Chauás Expedição (corrida de aventura), realizado em 05 de abril de 2009, na cidade de Botucatu contou com a presença da equipe Lótus/Paz na Mata/3M, vejam relato da equipe por Ozi Bambini.
Largamos no bolo das equipes. Para percorrer 105 KM. Caminhando por Fazendas, Dentro de riachos e Cuestas. Pedalando por estradas de areia e pedras entre muito sobe e desce. Remando… Bom remar foi um capítulo à parte. Depois explico. Corremos por 8 km para chegar na primeira das inúmeras caminhadas que faríamos por dentro de riachos. Com nossos bastões de trekking levamos alguma vantagem e conseguimos ultrapassar algumas equipes. Nosso ritmo estava bom e constante, mas minha atenção estava fraca e cometi alguns erros que quase comprometeram a prova. Erramos na primeira bike e caímos algumas posições na checagem de equipamentos surpresa. No Trekking das Cuestas erramos na parte final e percorremos quase 3 km a mais por dentro de um rio, perdendo ai umas duas horas e maltratando ainda mais as bolhas que ardiam em nossos pés. Depois pedalamos por caminhos estreitos e pedregosos, caminhos abandonados de tempos antigos. Chegamos para a canoagem quase meia-noite e descobrimos (já sabíamos) que o riacho estava seco. Baixo, no nível dos tornozelos. Dos 6km apenas 200 metros eram remáveis… Tentamos diversas técnicas, por hora inovadoras, que se revelaram inúteis e toscas… Até… Para de brincar de inventar e vaLumos pela margem de uma vez por todas !! Era a Lu cansada de ver minhas macaquices, brava a esta altura… Ok! Vamos murchar essa tranqueira e levar dobrado apoiando nos remos, pela margem, tá bom!” Disse eu. E assim fomos nós pulando cercas de arame farpado, carregando, puxando e empurrando o duck com os remos em nossos ombros. Cruzávamos o rio de lá pra cá e por hora, no “Vietnan Style” íamos andando na água com o bote murcho e dobrado com água pela altura do peito. Tínhamos que esvaziar a água que entrava nas dobras e desatolar os pés no charco que por vezes aparecia nas margens do estreito riacho. Pesadelo na Terra de Gigantes que nos segurava pelo colarinho rindo de nossa inabilidade em escapar. Nunca me senti tão bípede. Sobrevivemos ao rio e fomos para a última perna de bike. Erramos logo de cara para pedalar 12 Km a mais pelo caminho, que sabe lá Deus aonde minha cabeça estava às 5 da manhã… Encontramos, essa foi nossa sorte, um rapaz local que descia a serra, vindo de onde tínhamos descido. Da Marechal Rondon… Estávamos voltando para trás…. Falei: ” -não é possível, como assim? Tá errado !” ” -amigo eu moro AQUI !! Ele disse. Caim, caim caim…Ok Ok ! Volta tudo então… Pedalamos forte com uma certa raiva, que no caso nos fez bem. Encontramos a trilha com o dia raiando e partimos para a chegada. Escalando a deliciosa Serra do Mirante da Bocaina. Um pedal com uns 300 metros de desnível + ou -, mas totalmente pedalavel por seus 4 Km de subida.
O gigante dormia e nos deu uma folga dessa vez. Chegamos na terceira colocação da nossa categoria. Com esse resultado possivelmente assumimos a liderança do Circuito Chauás e fincamos o pé entre as 5 primeiras do Brasil de Duplas Mistas. Com toda essa turma forte que vem ai, vamos ter que correr muito Boas provas são uma forma de expressão da ordem e caos. Toda a dinâmica imprevisível e maluca do mistério.
Agradecemos a Natureza Mágica de Botucatu pelas Manifestações Auspiciosas. Ao apoio da Nexcare 3M e os produtos que cuidam das nossas feridas e bolhas, deixando “completinho” nosso kit de primeiro socorros na hora da checagem obrigatória. Ao Restaurante Riso & Altro e ao Beppe pelas refeições de primeira qualidade. A hospitalidade da Equipe Sacis e o gole de Cerveja Gelada no PC11. Impagável. A equipe Chauás que coordenou o Caos com a habilidade surreal de sempre.botucatu

A roupa esportiva também pode beneficiar o seu desempenho?

Sim, o consultor têxtil da marca Santaconstacia José Favilla, nos explicou tudo sobre os tecidos chamados tecnológicos. Confiram!O esporte é composto por diversos fatores, que se utilizados da maneira correta resultam em ótimas provas e treinos. Mas você já parou para pensar que a roupa pode ser um desses fatores importantes? A pele é o maior órgão do corpo humano, responsável por 90% da troca térmica do corpo e por 85% da evaporação do suor. Por isso não adianta treinar de baixo de sol com uma camiseta de algodão. O corpo irá eliminar o suor e o algodão irá segura-lo. Apesar de ser uma fibra natural, o algodão retém 8% do suor, o que causa aquela sensação de desconforto, além de deixar a camiseta úmida. Para amenizar esse tipo de problema, a indústria têxtil desenvolve a cada dia os famosos tecidos ditos tecnológicos. Na verdade não há nenhuma fórmula secreta e especial nas camisetas que usam esse tipo de tecido. A tecnologia está na maneira como esse produto é construído, ou melhor, no fio usado e na forma como é tramado. A primeira vista pode parecer algo complicado, mas não é. Segundo o consultor, a roupa pode e deve ser feita para ajudar o atleta. “Hoje em dia o que é importante é o corpo humano e não a tecnologia. Através dos relatos dos esportistas construímos um tecido que pode ajudá-lo. Antigamente era ao contrário, criavam a tecnologia e depois buscavam um corpo”, conta. “Por isso muitas vezes não dava certo”, acrescenta. Para ele existem três fatores básicos que são levados em conta na hora da elaboração de um tecido: isolamento térmico e troca de ar, absorção e transporte de umidade e sensação de conforto na pele.

Tipos de Fio

No mercado brasileiro é possível encontrar camisetas tecnológicas feitas de tecidos sintéticos, como o poliéster e a poliamida. Estes buscam atingir os três fatores básicos apresentados. Mas para Favilla, a poliamida é melhor que o poliéster. O fio de poliamida tem a capacidade de absorver o suor em 4%, enquanto o poliéster não chega em 1%. E se a camiseta de poliamida for feita com uma trama mais aberta, o tecido irá “puxar” o suor do seu corpo e através dos buracos da trama irá elimina-lo mais facilmente. Isso significa que o atleta não ficará encharcado durante a corrida. Mas como identificar um fio de poliamida ou poliéster? A única maneira de ver é através da etiqueta. No Brasil todas as confecções são obrigadas a discriminar na etiqueta da roupa a composição do tecido. Normalmente as camisetas tecnológicas, como o Dri Fit e o Thermodry são feitas de 100% poliéster ou 100% poliamida.“Uma camiseta de poliamida tem um toque mais agradável, além de ser macia, absorvente e leve”, conta Favilla.

 Microclima

O grande desafio da indústria têxtil é fazer com que o seu corpo atinja o microclima ideal através do vestuário. Segundo Favilla, o microclima é a temperatura que fica entre a pele e a roupa. E este deve ser sempre 32ºC. Assim as roupas de calor devem ser feitas para amenizar a temperatura do corpo. Já as de frio devem aumentar o microclima. “No frio o atleta deve usar uma roupa corta-vento”, aconselha. Para esse vestuário a indústria têxtil usa a estrutura de tecelagem, porque a trama dos fios é fechada. “Se você correr numa temperatura muito baixa com roupas inadequadas, você corre o risco de ter uma hipotermia. O seu corpo irá produzir muito calor e o mesmo será perdido rapidamente. Assim você não ficará aquecido”, conta. “Por isso dependendo da intensidade do frio, o esportista precisará de outras peculiaridades como um forro de flanela feito de poliamida. Os pequenos fios da flanela formam um colchão de ar entre o corpo e a roupa. Esse ar mantém o corpo aquecido”, acrescenta. Para o consultor da Santaconstancia, o ideal é que a pessoa treine no frio com mais de uma peça de roupa, formando o efeito “casca de cebola”. “Quanto mais intenso o frio, mais camadas de ar serão formadas entre as roupas. Conforme você for se aquecendo, você pode ir eliminando as peças”, conta. Já no calor a preocupação do atleta será em liberar mais rápido o suor e manter a temperatura do corpo mais baixa. Por isso a roupa deve ser leve e usar a estrutura de malha, que tem mais porosidade. Também no calor é comum treinar com sol. Conseqüentemente, o atleta correrá risco de se queimar e a longo prazo poderá até desenvolver um câncer de pele. Para evitar esse inconveniente, muitos tecidos da Santaconstancia têm proteção UV. “Com a proteção, o raio solar bate na roupa e volta. Isso não irá fazer muita diferença se usado numa única prova. Mas aquele atleta que treina todos os dias irá sentir diferença. Ele estará se prevenindo de um câncer de pele”. Antes de treinar o atleta deve observar a condição do tempo para então definir o tipo de roupa que irá usar, conta Favilla.

 

Dry Fit ? O que é ? Quais as diferenças ?

Porque essa camiseta é 2, 3, 4 vezes mais cara do que essa outra ?Poliamida x Poliéster… qual o melhor? Amni? O que é isso? Essas são dúvidas frequentes entre os consumidores de roupas esportivas. Buscamos algumas informações para tentar esclarecer essas dúvidas. Três fatores básicos são levados em conta na hora da elaboração de um tecido:- Isolamento térmico e troca de ar – Absorção e transporte de umidade – Sensação de conforto na pele. No mercado brasileiro é possível encontrar camisetas tecnológicas feitas de tecidos sintéticos, como o poliéster e a poliamida. Estes buscam atingir os três fatores básicos apresentados. Mas consideramos a poliamida melhor que o poliéster. O fio de poliamida tem a capacidade de absorver o suor em 4%, enquanto o poliéster não chega em 1%. E se a camiseta de poliamida for feita com uma trama mais aberta, o tecido irá “puxar” o suor do seu corpo e através dos buracos da trama irá elimina-lo mais facilmente. Isso significa que o atleta não ficará encharcado durante a corrida.Segundo José Favilla, consultor da Tecelagem Santaconstancia, “Uma camiseta de poliamida tem um toque mais agradável, além de ser mais macia, absorvente e leve”. Amni, o que é? AMNI é uma etiqueta que certifica o padrão de qualidade dos artigos produzidos com Nylon 6.6 da Rhodia, onde toque, tecnologia, atualidade e conforto caminham sempre juntos. Amni Actsystem é a etiqueta exclusiva para o setor esportivo que traduz o que há de mais inovador em tecnologia com uma excelente performance. A marca está presente em peças para a prática dos mais variados esportes como running, futebol, fitness, squash, tênis e esportes outdoor como escalada, rapel e alpinismo.Os produtos da linha esportiva da Landslide são todos confeccionados em poliamida.Informações extraídas do site www.webrun.com.br e do site www.amini.com.br

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