
A Chauás Expedição (corrida de aventura), realizado em 05 de abril de 2009, na cidade de Botucatu contou com a presença da equipe Lótus/Paz na Mata/3M, vejam relato da equipe por Ozi Bambini.
Largamos no bolo das equipes. Para percorrer 105 KM. Caminhando por Fazendas, Dentro de riachos e Cuestas. Pedalando por estradas de areia e pedras entre muito sobe e desce. Remando… Bom remar foi um capítulo à parte. Depois explico. Corremos por 8 km para chegar na primeira das inúmeras caminhadas que faríamos por dentro de riachos. Com nossos bastões de trekking levamos alguma vantagem e conseguimos ultrapassar algumas equipes. Nosso ritmo estava bom e constante, mas minha atenção estava fraca e cometi alguns erros que quase comprometeram a prova. Erramos na primeira bike e caímos algumas posições na checagem de equipamentos surpresa. No Trekking das Cuestas erramos na parte final e percorremos quase 3 km a mais por dentro de um rio, perdendo ai umas duas horas e maltratando ainda mais as bolhas que ardiam em nossos pés. Depois pedalamos por caminhos estreitos e pedregosos, caminhos abandonados de tempos antigos. Chegamos para a canoagem quase meia-noite e descobrimos (já sabíamos) que o riacho estava seco. Baixo, no nível dos tornozelos. Dos 6km apenas 200 metros eram remáveis… Tentamos diversas técnicas, por hora inovadoras, que se revelaram inúteis e toscas… Até… Para de brincar de inventar e va
mos pela margem de uma vez por todas !! Era a Lu cansada de ver minhas macaquices, brava a esta altura… Ok! Vamos murchar essa tranqueira e levar dobrado apoiando nos remos, pela margem, tá bom!” Disse eu. E assim fomos nós pulando cercas de arame farpado, carregando, puxando e empurrando o duck com os remos em nossos ombros. Cruzávamos o rio de lá pra cá e por hora, no “Vietnan Style” íamos andando na água com o bote murcho e dobrado com água pela altura do peito. Tínhamos que esvaziar a água que entrava nas dobras e desatolar os pés no charco que por vezes aparecia nas margens do estreito riacho. Pesadelo na Terra de Gigantes que nos segurava pelo colarinho rindo de nossa inabilidade em escapar. Nunca me senti tão bípede. Sobrevivemos ao rio e fomos para a última perna de bike. Erramos logo de cara para pedalar 12 Km a mais pelo caminho, que sabe lá Deus aonde minha cabeça estava às 5 da manhã… Encontramos, essa foi nossa sorte, um rapaz local que descia a serra, vindo de onde tínhamos descido. Da Marechal Rondon… Estávamos voltando para trás…. Falei: ” -não é possível, como assim? Tá errado !” ” -amigo eu moro AQUI !! Ele disse. Caim, caim caim…Ok Ok ! Volta tudo então… Pedalamos forte com uma certa raiva, que no caso nos fez bem. Encontramos a trilha com o dia raiando e partimos para a chegada. Escalando a deliciosa Serra do Mirante da Bocaina. Um pedal com uns 300 metros de desnível + ou -, mas totalmente pedalavel por seus 4 Km de subida.
mos pela margem de uma vez por todas !! Era a Lu cansada de ver minhas macaquices, brava a esta altura… Ok! Vamos murchar essa tranqueira e levar dobrado apoiando nos remos, pela margem, tá bom!” Disse eu. E assim fomos nós pulando cercas de arame farpado, carregando, puxando e empurrando o duck com os remos em nossos ombros. Cruzávamos o rio de lá pra cá e por hora, no “Vietnan Style” íamos andando na água com o bote murcho e dobrado com água pela altura do peito. Tínhamos que esvaziar a água que entrava nas dobras e desatolar os pés no charco que por vezes aparecia nas margens do estreito riacho. Pesadelo na Terra de Gigantes que nos segurava pelo colarinho rindo de nossa inabilidade em escapar. Nunca me senti tão bípede. Sobrevivemos ao rio e fomos para a última perna de bike. Erramos logo de cara para pedalar 12 Km a mais pelo caminho, que sabe lá Deus aonde minha cabeça estava às 5 da manhã… Encontramos, essa foi nossa sorte, um rapaz local que descia a serra, vindo de onde tínhamos descido. Da Marechal Rondon… Estávamos voltando para trás…. Falei: ” -não é possível, como assim? Tá errado !” ” -amigo eu moro AQUI !! Ele disse. Caim, caim caim…Ok Ok ! Volta tudo então… Pedalamos forte com uma certa raiva, que no caso nos fez bem. Encontramos a trilha com o dia raiando e partimos para a chegada. Escalando a deliciosa Serra do Mirante da Bocaina. Um pedal com uns 300 metros de desnível + ou -, mas totalmente pedalavel por seus 4 Km de subida.O gigante dormia e nos deu uma folga dessa vez. Chegamos na terceira colocação da nossa categoria. Com esse resultado possivelmente assumimos a liderança do Circuito Chauás e fincamos o pé entre as 5 primeiras do Brasil de Duplas Mistas. Com toda essa turma forte que vem ai, vamos ter que correr muito Boas provas são uma forma de expressão da ordem e caos. Toda a dinâmica imprevisível e maluca do mistério.
Agradecemos a Natureza Mágica de Botucatu pelas Manifestações Auspiciosas. Ao apoio da Nexcare 3M e os produtos que cuidam das nossas feridas e bolhas, deixando “completinho” nosso kit de primeiro socorros na hora da checagem obrigatória. Ao Restaurante Riso & Altro e ao Beppe pelas refeições de primeira qualidade. A hospitalidade da Equipe Sacis e o gole de Cerveja Gelada no PC11. Impagável. A equipe Chauás que coordenou o Caos com a habilidade surreal de sempre.
Agradecemos a Natureza Mágica de Botucatu pelas Manifestações Auspiciosas. Ao apoio da Nexcare 3M e os produtos que cuidam das nossas feridas e bolhas, deixando “completinho” nosso kit de primeiro socorros na hora da checagem obrigatória. Ao Restaurante Riso & Altro e ao Beppe pelas refeições de primeira qualidade. A hospitalidade da Equipe Sacis e o gole de Cerveja Gelada no PC11. Impagável. A equipe Chauás que coordenou o Caos com a habilidade surreal de sempre.

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